Acordo sempre às 5h e minha filha, que estuda pela manhã, também me acompanha. Antesela acordava 40 minuto depois, mas hoje me pede sempre para que eu a chame assim que for levantar...Tudo isso estimulada para assistir a mini-novela "Tecendo o Saber", exibida de segunda à sexta pela Rede Globo, das 5h05 às 5h15.
É que o programa é baseado na obra do educador Paulo Freire, que prega a necessidade de transformar a educação em fonte de prazer, que resulta também em conhecimento. Além de atender a uma demanda educacional brasileira, o projeto visa resgatar a definição de aprendizagem como um processo permanente e contínuo. Através da educação de qualidade, os jovens podem contribuir para o desenvolvimento social e econômico do país.
Com a proposta de levar conhecimento do ensino fundamental básico a jovens e adultos, a série exibe histórias que abordam de temas como sexualidade, trabalho, racismo, educação e meio ambiente, propondo melhoria na qualidade de vida e transformação da sociedade. Tudo através do Tecendo o Saber, é discutido de forma simples, mostrando que é possível cada um constribuir para um mundo melhor.
O núcleo de protagonistas é composto pelo emigrante nordestino Celestino, pela diarista Socorro e sua filha Bruna, pelo primo de Socorro, o também emigrante Francisco, pelo eterno desempregado Januário e por sua mulher, a gari Valdete. Narrado por Bruno Garcia, o programa contou com a participação especial de diversos atores como Camila Pitanga, Giulia Gam, Letícia Sabatella, Marília Gabriela, Max Fercondini, Sérgio Loroza e Suely Franco entre outros.
São 64 episódios, que estou asisitindo pela segunda vez. Além da Rede Globo, também é exibido pela TV Cultura e pelo Canal Futura. E deveria ser veiculado num horário mais acessível à crianças. De forma fácil, a minha filha entende a mensgem que o programa passa. E bem melhor que outros programas veiculados em horário que as crianças tem acesso, onde a sexualidade é muito aflorada e a maldade exacerbada também. Não que o mundo tenha que ser um conto de fadas, mas não creio que se deva exagerar em determinados temas.
O Tecendo o Saber é uma iniciativa da Fundação Roberto Marinho em parceria com a Fundação Vale e com o Ministério da Educação, parceiro na implementação do projeto, que estreiou em 2006.
domingo, 3 de maio de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
Transporte escolar precisa ser seguro
Esta semana estava levando a minha filha para o colégio quando nos deparamos com um pequeno engarrafamento - normal do horário - na rótula da avenidas Hermes Fontes com Sílvio Teixeira. Olhando o movimento ao redor, vi motoristas mais apressados passarem no sinal vermelho, assim que o mesmo saiu do amarelo. Para mim uma imprudência e maior ainda quando se trata de transporte escolar.
Isso mesmo. No meio da pequena confusão, um veículo escolar - se não me engano um Fiat Doblô - passou apressado no sinal vermelho. Uma atitude irresponsável do motorista, uma pessoa a qual pais e mães confiam seus filhos, para levar e buscar na escola.
Mesmo que estivesse com pressa e atrasado, seria mais prudente manter a calma e respeitar os sinais, afinal, nunca se sabe quando vai acontecer algum tipo de acidente...E se o motorista que vinha não mão aberta com raiva, avançase sobre o transporte escolar? Se acontecesse alguma coisa, como ficaria? No mínimo, algumas crianças assustadas, para não pensar em algo mais drástico.
Talvez muitos achem que estou sendo fazendo alarde demais por uma bobagem, mas não gostaria que minha filha fosse transportada num veículo onde o motorista anda avançando sinal. A SMTT tem que ser é mesmo rigorosa com esses condutores.
Isso mesmo. No meio da pequena confusão, um veículo escolar - se não me engano um Fiat Doblô - passou apressado no sinal vermelho. Uma atitude irresponsável do motorista, uma pessoa a qual pais e mães confiam seus filhos, para levar e buscar na escola.
Mesmo que estivesse com pressa e atrasado, seria mais prudente manter a calma e respeitar os sinais, afinal, nunca se sabe quando vai acontecer algum tipo de acidente...E se o motorista que vinha não mão aberta com raiva, avançase sobre o transporte escolar? Se acontecesse alguma coisa, como ficaria? No mínimo, algumas crianças assustadas, para não pensar em algo mais drástico.
Talvez muitos achem que estou sendo fazendo alarde demais por uma bobagem, mas não gostaria que minha filha fosse transportada num veículo onde o motorista anda avançando sinal. A SMTT tem que ser é mesmo rigorosa com esses condutores.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Sergipano guardião dos rios
Participo do Aracaju de Tó tó tó desde a sua primeira edição e acredito que está mais do que na hora de valorizar a ação de quem organiza o evento. Para quem vai para lá apenas aproveitar o passeio, não sabe o trabalho que dá organizá-lo. São meses de dedicação para que tudo corra bem durante algumas horas.
Osmário Santos, organizador do evento, corre e muito para que tudo saia bem e no final as pessoas vão lá para passear. Mas será que lembram qual a verdadeira intenção da barqueata? O que fazem para preservar o manacial do rio Sergipe e seus afluentes? Recordo-me que em edições anteriores, achei o rio Poxim cheio de lixo - garrafas plásticas, sacos plásticos, latas de cervejas e refrigerantes, pneus e outros - sem fala nos esgotos, ligados diretamente ao rio.
Nesta última edição, achei que o lixo reduziu bastante, mas os esgotos continuam lá, sufocando uma das mais belas paisagens do nosso Aracaju, com o mangue e bancos de areia, onde garças se destacam com sua plumas brancas. Dentro das tó tó tós, muita festa, comida, bebida e confraternização entre os presentes, e uma preocupação que tem que ser de todos: acondicionar o lixo produzidos em sacos plásticos para dar o devido destino depois, afinal o passeio é em para lembrar a necessidade de preservar os rios.
Aqui volto a Osmário Santos, um sergipano que abraçou esta causa, que nem sempre recebe o devido reconhecimento, por ser daqui. E nós sergipanos precisamos parar com essa mania de o que vem de fora é que é bom. Às vezes chegam empresas e/ou pessoas de outros Estados aqui e cobram horrores para desenvolver qualquer coisa, mas é de fora, aí consegue tudo, sem pensar que aqui tem pessoas capazes, como Osmário.
Sem falar que a Aracaju de Tó tó tó, na minha concepção, é uma ação de cidadania e de valorização da cidade e do Estado. Quando estou passeando por aquele rio, sinto-me orgulhosa de ser sergipana e morar nesta terra. Espero compartilhar este sentimento com outras pessoas.
Osmário Santos, organizador do evento, corre e muito para que tudo saia bem e no final as pessoas vão lá para passear. Mas será que lembram qual a verdadeira intenção da barqueata? O que fazem para preservar o manacial do rio Sergipe e seus afluentes? Recordo-me que em edições anteriores, achei o rio Poxim cheio de lixo - garrafas plásticas, sacos plásticos, latas de cervejas e refrigerantes, pneus e outros - sem fala nos esgotos, ligados diretamente ao rio.
Nesta última edição, achei que o lixo reduziu bastante, mas os esgotos continuam lá, sufocando uma das mais belas paisagens do nosso Aracaju, com o mangue e bancos de areia, onde garças se destacam com sua plumas brancas. Dentro das tó tó tós, muita festa, comida, bebida e confraternização entre os presentes, e uma preocupação que tem que ser de todos: acondicionar o lixo produzidos em sacos plásticos para dar o devido destino depois, afinal o passeio é em para lembrar a necessidade de preservar os rios.
Aqui volto a Osmário Santos, um sergipano que abraçou esta causa, que nem sempre recebe o devido reconhecimento, por ser daqui. E nós sergipanos precisamos parar com essa mania de o que vem de fora é que é bom. Às vezes chegam empresas e/ou pessoas de outros Estados aqui e cobram horrores para desenvolver qualquer coisa, mas é de fora, aí consegue tudo, sem pensar que aqui tem pessoas capazes, como Osmário.
Sem falar que a Aracaju de Tó tó tó, na minha concepção, é uma ação de cidadania e de valorização da cidade e do Estado. Quando estou passeando por aquele rio, sinto-me orgulhosa de ser sergipana e morar nesta terra. Espero compartilhar este sentimento com outras pessoas.
terça-feira, 17 de março de 2009
Um exemplo a ser seguido, imitado, etc. e tal
Após alguns meses sem escrever, estou de volta e agora pretendo fazer isso com mais frequência. Desta vez para dividir com os interessado, um cena que vi nesta manhã de terça-feira, quando Aracaju completa 154 anos de fundada. Logo cedo, ao parar o carro em um sinal da avenida Hermes Fontes, observei uma senhora passeando com seus dois pequenos cachorros. Para ser mais precisa, naquela pracinha que fica na entrada do conjunto dos Motoristas.
Até aí tudo bem, apenas uma cena corriqueira de mais uma manhã nesta cidade que moro desde que tinha oito dias de nascida, se não fosse um gesto desta senhora, da qual não sei o nome, não conheço a fisionomia, mas que ganhou a minha admiração: ela estavaabaixada, com uma sacola prlástica não mão, coletando da calçada da praça, as fezes dos seus cachorrinhos. um gesto simples, mas que paramim demonstrou consciência e preocupação com o coletivo, já que a praça é de uso da comunidade.
Ninguém é obrigado a andar pela nossa cidade, tão bela mesmo com todos os probemas que ainda a afligem, olhando para o chão, com receio de pisar em fezes de cachorro. Na praça da Alameda das Árvores, local que levo minha filha para passear e andar de bicicleta, a grama, que deveria ser um local para as crianças sentarem com os amigos, está tomada por escrementos de cachorro. Nada demais seus donos levarem os bichos para passear e fazerem suas necessidades fisiológicas, mas é até uma atitude de cidadania lembrar que os seus "vizinhos" também precisam do espaço público.
Até aí tudo bem, apenas uma cena corriqueira de mais uma manhã nesta cidade que moro desde que tinha oito dias de nascida, se não fosse um gesto desta senhora, da qual não sei o nome, não conheço a fisionomia, mas que ganhou a minha admiração: ela estavaabaixada, com uma sacola prlástica não mão, coletando da calçada da praça, as fezes dos seus cachorrinhos. um gesto simples, mas que paramim demonstrou consciência e preocupação com o coletivo, já que a praça é de uso da comunidade.
Ninguém é obrigado a andar pela nossa cidade, tão bela mesmo com todos os probemas que ainda a afligem, olhando para o chão, com receio de pisar em fezes de cachorro. Na praça da Alameda das Árvores, local que levo minha filha para passear e andar de bicicleta, a grama, que deveria ser um local para as crianças sentarem com os amigos, está tomada por escrementos de cachorro. Nada demais seus donos levarem os bichos para passear e fazerem suas necessidades fisiológicas, mas é até uma atitude de cidadania lembrar que os seus "vizinhos" também precisam do espaço público.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Cadê a segurança no trânsito
Recentemente fui renovar a minha habilitação e como o Detran exige que o motorista participe de um curso de direção defensiva ou faça a prova escrita, resolvi rever o Código Nacional de Trânsito, para me preparar melhor para a segunda opção.
Para tanto, consultei uma Cartilha de Direção Defensiva, disponibilizada pelo Detran em seu site. Lá pelo meio da cartilha, achei uma parte que explicava sobre o embarque e desembarque de passageiros, que devem ser feitos sempre pelo lado direto, visando a segurança.
Uma simples orientação me chamou atenção e me fez pensar no Centro de Aracaju. Há alguns anos, precisamente na época da instalação do parquímetro. Em algumas ruas - podemos citar aqui as ruas Maruim e Itabaiana - as calçadas foram alargadas do lado direito e as vagas do parquímetro ficam do lado oposto. Ou seja, só dá para estacionar ou parar o veículo do lado esquerdo e aí o passageiro tem que descer para a rua, se arriscando em meio ao tráfego de veículos. É assim ou parar o carro do outro lado e atrapalhar o trânsito alguns segundos, só que se um guardinha vê, pode até rolar multa.
Será que na época em que foi feita toda essa reformulação, os engenheiros de trânsito não perceberam isso?
Para tanto, consultei uma Cartilha de Direção Defensiva, disponibilizada pelo Detran em seu site. Lá pelo meio da cartilha, achei uma parte que explicava sobre o embarque e desembarque de passageiros, que devem ser feitos sempre pelo lado direto, visando a segurança.
Uma simples orientação me chamou atenção e me fez pensar no Centro de Aracaju. Há alguns anos, precisamente na época da instalação do parquímetro. Em algumas ruas - podemos citar aqui as ruas Maruim e Itabaiana - as calçadas foram alargadas do lado direito e as vagas do parquímetro ficam do lado oposto. Ou seja, só dá para estacionar ou parar o veículo do lado esquerdo e aí o passageiro tem que descer para a rua, se arriscando em meio ao tráfego de veículos. É assim ou parar o carro do outro lado e atrapalhar o trânsito alguns segundos, só que se um guardinha vê, pode até rolar multa.
Será que na época em que foi feita toda essa reformulação, os engenheiros de trânsito não perceberam isso?
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Minutos a mais para falar no celular
Aproveitando as tão propaladas promoções divulgadas pela operadoras de celular, fui trocar o meu aparelho por uma mais "moderno". Chegando lá, após preencher todos os protocolos, fui informada que ganharia, durante alguns meses, mais dois mil minutos - além dos que meu plano dá direito - para falar com número da mesma operadora. Fantástico, pensei comigo.Mas qual não foi a minha surpresa, ao receber a conta no mês seguinte e verificar que tinha estourado simplesmente quase R$ 70. Indignada, liguei para a operadora, dizendo que havia algo errado, já que os minutos que tenho no plano, me contemplam plenamente.
E vejam a explicação: eu tenho sim os tais dois mil minutos a mais, mas eles só começam a ser contados, quando uso os 300 ao qual tenho direito pelo plano. Ou seja, a gente recebe a promoção, se emploga falando com pessoas que são da mesma operadora - este foi o meu caso - gasta a cota do plano, entra nos minutos da promoção e as ligações para outras operadoras e telefones fixos feitos a partir daí, começam a ser cobrados. Mas isso não me explicaram na hora de dizer que eu tinha os tais minutos a mais...
E qual a vantagem nesta promoção? Eu não vejo nenhuma. Ao meu ver, é mais uma armadilha para o consumidor. e confesso que não tenho muita paciência para recorrer aos órgãos de defesa. então, deixo aqui o alerta, para que outros não caiam na mesma armadilha.
sábado, 2 de agosto de 2008
Leis ou meras ilusões?
Mais uma vez entrei num banco para pagar a conta e lá se foram 25 minutos....Por lei, o tempo de espera não poderia passar de 15. Mas a população já está tão acostumada a casos como este, que nem liga mais. Esta é apenas mais uma das muitas leis que existe só no papel.
E nos leva a outro questionamento: o que adiantar fazer e aprovar leis, se não há como aplicá-las, como fiscalizá-las. Como dizia o meu avô, “querem fazer a gente de besta”. Esta é a impressão que fica: “Olha, vamos criar essa lei, mostrar para o povo que vai favorecê-lo e depois a gente esquece, deixa pra lá. Depois de um tempo, ninguém vai lembrar mais”.
No fundo, todas elas têm boas intenções – eu acho – mas acabam não trazendo o benefício tão propagado para o povo. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou este ano a maioridade. Por ele, o público infanto-juvenil tem direito a casa, comida, saúde e educação – direitos básicos de todo cidadão – mas andando pela ruas, é fácil ver o quanto estamos longe da tal realidade preconizada pelo documento.
O Sistema Único de Saúde (SUS) é amplo e irrestrito para todos os brasileiros, tenham ou não planos particulares, mas me causa choque ouvir que o SUS não cobre este ou aquele procedimento. E aí, quem não tem condições de pagar, o que faz? Morre à mingua?....
Quer ver outro exemplo? Por lei, é proibido colocar nomes de pessoas vivas em ruas, logradouros e prédios públicos. Mas é o que mais vemos por todo o Estado. Se não há como fiscalizar, para quê então criar leis? Será que é para dizer apenas que os parlamentares, eleitos pelo povo para representá-lo, estão trabalhando? E cadê a moralidade?
Mas como a frase que ganhou status de celebridade e define bem a alma do povo deste nosso país imenso, “Eu sou brasileiro. Não desisto nunca”.
E nos leva a outro questionamento: o que adiantar fazer e aprovar leis, se não há como aplicá-las, como fiscalizá-las. Como dizia o meu avô, “querem fazer a gente de besta”. Esta é a impressão que fica: “Olha, vamos criar essa lei, mostrar para o povo que vai favorecê-lo e depois a gente esquece, deixa pra lá. Depois de um tempo, ninguém vai lembrar mais”.
No fundo, todas elas têm boas intenções – eu acho – mas acabam não trazendo o benefício tão propagado para o povo. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou este ano a maioridade. Por ele, o público infanto-juvenil tem direito a casa, comida, saúde e educação – direitos básicos de todo cidadão – mas andando pela ruas, é fácil ver o quanto estamos longe da tal realidade preconizada pelo documento.
O Sistema Único de Saúde (SUS) é amplo e irrestrito para todos os brasileiros, tenham ou não planos particulares, mas me causa choque ouvir que o SUS não cobre este ou aquele procedimento. E aí, quem não tem condições de pagar, o que faz? Morre à mingua?....
Quer ver outro exemplo? Por lei, é proibido colocar nomes de pessoas vivas em ruas, logradouros e prédios públicos. Mas é o que mais vemos por todo o Estado. Se não há como fiscalizar, para quê então criar leis? Será que é para dizer apenas que os parlamentares, eleitos pelo povo para representá-lo, estão trabalhando? E cadê a moralidade?
Mas como a frase que ganhou status de celebridade e define bem a alma do povo deste nosso país imenso, “Eu sou brasileiro. Não desisto nunca”.
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