A Câmara Municipal de Aracaju (CMA) firmou convênio com o Instituto Formação para a Educação-POSEAD, um programa da Universidade Gama Filho, no intuito de oferecer descontos a funcionários, parentes de funcionários e terceirizados para cursos de pós graduação e MBA a distância.
Nesta terça-feira, 4/8, o representante do Lual Eventos, Lúcio Alves esteve no Legislativo Municipal para fazer as primeiras divulgações do curso que tem duração de um ano ou 10 meses dependendo da disponibilidade dos alunos.
Entre os cursos oferecidos estão Educação, Direito, Meio Ambiente e Comunicação Social, com descontos que variam de 19,72% e 27,91% e 50% na primeira parcela da mensalidade.
As aulas serão todas a distância através do site www.posead.com.br, onde os alunos exercerão atividades e provas, tendo somente um encontro presencial no fim do curso na sede do POSEAD em Aracaju, localizado no Colégio Modulo (Praça Guadalupe Amado Mendonça 247, Lot. Parque dos Coqueiros).
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Cremese realiza Jornada de Ética Médica
O Conselho Regional de Medicina do Estado de Sergipe (Cremese) realiza de 6 a 8 deste mês, a I Jornada de Ética Médica de Sergipe. O evento, que acontecerá no Hotel Aquarius, contará com a participação do presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson de Oliveira Andrade, além de conselheiros de vários Estados e de Sergipe, bem como médicos e representantes no Ministério Público (MP). A jornada será aberta às 19h do dia 6, com a conferência “O Exercício da Medicina no Brasil: como fazê-lo diante dos desafios éticos?”, a ser proferida pelo presidente do CFM e que terá como secretário o presidente do Cremese, Henrique Batista e Silva.
As discussões serão retomadas às 8h do dia seguinte, com o tema “A Ética no exercício da especialidade médica”, que será abordado por Antônio Gonçalves Pinheiro, conselheiro federal pelo Estado do Pará, e secretariado por Petrônio Gomes, presidente da Sociedade Médica de Sergipe (Somese). Ainda pela manhã, o vice-presidente do CFM, Roberto Luis D’ Ávila, abordará o tema “Competência dos Conselhos Regionais: fiscalização das atividades profissionais perante as pessoas físicas e jurídicas”, que terá como secretária a presidenta da Academia Sergipana de Medicina (ASM), Deborah Pimentel.
Após o intervalo do almoço, os trabalhos serão reiniciados às 15h com a conferência “A implantação da Troca de Informações em Saúde Suplementar –TISS”, cujo expositor será Aloísio Tibiriçá Miranda, conselheiro federal pelo Rio de Janeiro, e o secretário Hamilton Maciel, da ASM. “Processos Éticos Profissionais” será o tema abordado pelo médico Rubens dos Santos Silva, conselheiro federal pelo Rio Grande do Norte, e secretariado pela promotora Miriam Tereza Cardoso Machado.
O presidente do CRM/AL, Emanoel Fortes Silveira Cavalcanti, iniciará as discussões da jornada no dia 8, abordando sobre a “Competência dos Conselhos Regionais: fiscalização das atividades profissionais perante as pessoas físicas e jurídicas”, cujo secretário será o presidente do sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed), José Menezes. “Sistema Único de Saúde: é possível sem a participação do médico?” será o assunto discutido logo em seguida, tendo como expositor O conselheiro federal por Minas Gerais, Geraldo Luis Moreira Guedes. Caberá ao conselheiro federal pelo Amapá, Dardeg de Souza Aleixo, expor sobre “A Ética na Pericia Médica”, último tema do evento, que está previsto para ser encerrado ao meio-dia.
Coletiva
No dia da abertura da jornada, às 8h30, o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson de Oliveira Andrade, concederá entrevista coletiva no auditório do Cremese, sobre Ética Médica
As discussões serão retomadas às 8h do dia seguinte, com o tema “A Ética no exercício da especialidade médica”, que será abordado por Antônio Gonçalves Pinheiro, conselheiro federal pelo Estado do Pará, e secretariado por Petrônio Gomes, presidente da Sociedade Médica de Sergipe (Somese). Ainda pela manhã, o vice-presidente do CFM, Roberto Luis D’ Ávila, abordará o tema “Competência dos Conselhos Regionais: fiscalização das atividades profissionais perante as pessoas físicas e jurídicas”, que terá como secretária a presidenta da Academia Sergipana de Medicina (ASM), Deborah Pimentel.
Após o intervalo do almoço, os trabalhos serão reiniciados às 15h com a conferência “A implantação da Troca de Informações em Saúde Suplementar –TISS”, cujo expositor será Aloísio Tibiriçá Miranda, conselheiro federal pelo Rio de Janeiro, e o secretário Hamilton Maciel, da ASM. “Processos Éticos Profissionais” será o tema abordado pelo médico Rubens dos Santos Silva, conselheiro federal pelo Rio Grande do Norte, e secretariado pela promotora Miriam Tereza Cardoso Machado.
O presidente do CRM/AL, Emanoel Fortes Silveira Cavalcanti, iniciará as discussões da jornada no dia 8, abordando sobre a “Competência dos Conselhos Regionais: fiscalização das atividades profissionais perante as pessoas físicas e jurídicas”, cujo secretário será o presidente do sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed), José Menezes. “Sistema Único de Saúde: é possível sem a participação do médico?” será o assunto discutido logo em seguida, tendo como expositor O conselheiro federal por Minas Gerais, Geraldo Luis Moreira Guedes. Caberá ao conselheiro federal pelo Amapá, Dardeg de Souza Aleixo, expor sobre “A Ética na Pericia Médica”, último tema do evento, que está previsto para ser encerrado ao meio-dia.
Coletiva
No dia da abertura da jornada, às 8h30, o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Edson de Oliveira Andrade, concederá entrevista coletiva no auditório do Cremese, sobre Ética Médica
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Problemas atuais relembram antigos
Bastou chover um pouco mais acima da média para Aracaju, mais uma vez, sofrer com ruas alagadas e casas invadidas pelas águas. Este ano, o problema maior foi na zona de expansão, onde as casas de dois condomínios foram tomadas pelas águas acumuladas da chuvas. Isso provocado pelo crescimento desordenado da região, onde não há uma preocupação em respeitar os canais pluviais. E quando a água chega, se não tem para onde correr, invade o espaço que encontra pela frente.
Lembro-me da época que isso acontecia constantemente no Centro da cidade. Descia da rua São Cristóvão para ir ao Colégio Tobias Barreto e tinha que levar o tênis numa bolsa plástica e ir de sandália, porque a praça Olímpio Campos era tomada pela água.
No bairro Industrial, os moradores da avenida Aitorn Teles e adjacências, tinha muretas na porta das casas, para evitar que elas fossem inundadas pela fedentina que corria no canal, todas as vezes que o mesmo transbordava.
A desculpa é sempre a mesma: Aracaju fica abaixo do nível do mar e se a maré tiver cheia, tudo transborda.
Mas algumas obras foram realizadas e melhoraram consideravelmente essas inundações, problemas que no passado eram aceitáveis, mas não hoje, com toda a tecnologia. é preciso sim, ter compromisso com a população e respeitar o meio ambiente, para evitar que problemas como os registrados este ano, não se tornem rotina, lembrando que isso pode trazer sérios danos também à saúde da população.
Lembro-me da época que isso acontecia constantemente no Centro da cidade. Descia da rua São Cristóvão para ir ao Colégio Tobias Barreto e tinha que levar o tênis numa bolsa plástica e ir de sandália, porque a praça Olímpio Campos era tomada pela água.
No bairro Industrial, os moradores da avenida Aitorn Teles e adjacências, tinha muretas na porta das casas, para evitar que elas fossem inundadas pela fedentina que corria no canal, todas as vezes que o mesmo transbordava.
A desculpa é sempre a mesma: Aracaju fica abaixo do nível do mar e se a maré tiver cheia, tudo transborda.
Mas algumas obras foram realizadas e melhoraram consideravelmente essas inundações, problemas que no passado eram aceitáveis, mas não hoje, com toda a tecnologia. é preciso sim, ter compromisso com a população e respeitar o meio ambiente, para evitar que problemas como os registrados este ano, não se tornem rotina, lembrando que isso pode trazer sérios danos também à saúde da população.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Um legado em extinção
Há nove anos atrás, com o falecimento da minha avó, ficou um espaço vazio, um sentimento normal quando um ente querido deixa de estar entre nós neste plano terreno. Mas naquela época, mais do que a saudade, aproximava-se mais da extinção um legado. No início deste mês, vi mais uma vez essa relação se estreitar ainda mais. Trata-se do legado das matriacas.
Lembro-me da minha infância, juventude e também fase adulta, das festas na casa da minha avó Josefa Moreira de Siqueira Costa, "Zinha". A família toda reunida no Natal, no aniversário dela, enfim, todos tinham mais contatos. Hoje está cada vez mais raro reunir os primos, tios, filhos, netos etc. Porque já não existe mais a figura daquela"matriarca" que ficava à frente da organização da festa, do encontro, da reunião familiar. Nos dias atuais, se resume mais a um cumprimento, uma visita ou um telefonema.
No dia 11 deste mês, faleceu Maria da Glória Santos, coincidentemente com a mesma idade que tinha a minha avó Zinha: 86 anos. D. Glorinha, mãe do colega jornalista José Carlos Monteiro, que há anos reside no Rio de Janeiro, era avó do meu esposo Fábio. E em quse 24 anos de convivência, aprendi a admirar a mulher de personalidade forte, de pulso firme, em torno da qual girava toda a família.
D.Glorinha, dona de casa e bordadeira, criou 10 filhos, hoje nove, e a maioria está formada. E via todos eles, ao menos uma vez por semana, passar na casa dela para vê-la, e os que residem em outros Estados, ligarem. Nas festas, as casa ficava lotada. Além dos filhos, são dezenas de netos e também bisnetos, além de maridos, esposas, namorados e namoradas, que sempre se reuniam na casa dela nas festas.
Fábio, o mais velho dos netos, mantém até hoje o hábito de ir à feira e depois tomar café todos os sábados na casa, que para ele continua sendo da "avó". A sensação entre a família neste momento é de algo surreal. Se acostumar com a falta leva tempo, principalmente de uma pessoa cuja casa e família giravam em torno dela. Um autêntico exemplo de grande matriarca, aquela mulher que sempre estava ali, presente, para brigar, cuidar e defender a família.
Lembro-me da minha infância, juventude e também fase adulta, das festas na casa da minha avó Josefa Moreira de Siqueira Costa, "Zinha". A família toda reunida no Natal, no aniversário dela, enfim, todos tinham mais contatos. Hoje está cada vez mais raro reunir os primos, tios, filhos, netos etc. Porque já não existe mais a figura daquela"matriarca" que ficava à frente da organização da festa, do encontro, da reunião familiar. Nos dias atuais, se resume mais a um cumprimento, uma visita ou um telefonema.
No dia 11 deste mês, faleceu Maria da Glória Santos, coincidentemente com a mesma idade que tinha a minha avó Zinha: 86 anos. D. Glorinha, mãe do colega jornalista José Carlos Monteiro, que há anos reside no Rio de Janeiro, era avó do meu esposo Fábio. E em quse 24 anos de convivência, aprendi a admirar a mulher de personalidade forte, de pulso firme, em torno da qual girava toda a família.
D.Glorinha, dona de casa e bordadeira, criou 10 filhos, hoje nove, e a maioria está formada. E via todos eles, ao menos uma vez por semana, passar na casa dela para vê-la, e os que residem em outros Estados, ligarem. Nas festas, as casa ficava lotada. Além dos filhos, são dezenas de netos e também bisnetos, além de maridos, esposas, namorados e namoradas, que sempre se reuniam na casa dela nas festas.
Fábio, o mais velho dos netos, mantém até hoje o hábito de ir à feira e depois tomar café todos os sábados na casa, que para ele continua sendo da "avó". A sensação entre a família neste momento é de algo surreal. Se acostumar com a falta leva tempo, principalmente de uma pessoa cuja casa e família giravam em torno dela. Um autêntico exemplo de grande matriarca, aquela mulher que sempre estava ali, presente, para brigar, cuidar e defender a família.
domingo, 3 de maio de 2009
Aprendendo com prazer
Acordo sempre às 5h e minha filha, que estuda pela manhã, também me acompanha. Antesela acordava 40 minuto depois, mas hoje me pede sempre para que eu a chame assim que for levantar...Tudo isso estimulada para assistir a mini-novela "Tecendo o Saber", exibida de segunda à sexta pela Rede Globo, das 5h05 às 5h15.
É que o programa é baseado na obra do educador Paulo Freire, que prega a necessidade de transformar a educação em fonte de prazer, que resulta também em conhecimento. Além de atender a uma demanda educacional brasileira, o projeto visa resgatar a definição de aprendizagem como um processo permanente e contínuo. Através da educação de qualidade, os jovens podem contribuir para o desenvolvimento social e econômico do país.
Com a proposta de levar conhecimento do ensino fundamental básico a jovens e adultos, a série exibe histórias que abordam de temas como sexualidade, trabalho, racismo, educação e meio ambiente, propondo melhoria na qualidade de vida e transformação da sociedade. Tudo através do Tecendo o Saber, é discutido de forma simples, mostrando que é possível cada um constribuir para um mundo melhor.
O núcleo de protagonistas é composto pelo emigrante nordestino Celestino, pela diarista Socorro e sua filha Bruna, pelo primo de Socorro, o também emigrante Francisco, pelo eterno desempregado Januário e por sua mulher, a gari Valdete. Narrado por Bruno Garcia, o programa contou com a participação especial de diversos atores como Camila Pitanga, Giulia Gam, Letícia Sabatella, Marília Gabriela, Max Fercondini, Sérgio Loroza e Suely Franco entre outros.
São 64 episódios, que estou asisitindo pela segunda vez. Além da Rede Globo, também é exibido pela TV Cultura e pelo Canal Futura. E deveria ser veiculado num horário mais acessível à crianças. De forma fácil, a minha filha entende a mensgem que o programa passa. E bem melhor que outros programas veiculados em horário que as crianças tem acesso, onde a sexualidade é muito aflorada e a maldade exacerbada também. Não que o mundo tenha que ser um conto de fadas, mas não creio que se deva exagerar em determinados temas.
O Tecendo o Saber é uma iniciativa da Fundação Roberto Marinho em parceria com a Fundação Vale e com o Ministério da Educação, parceiro na implementação do projeto, que estreiou em 2006.
É que o programa é baseado na obra do educador Paulo Freire, que prega a necessidade de transformar a educação em fonte de prazer, que resulta também em conhecimento. Além de atender a uma demanda educacional brasileira, o projeto visa resgatar a definição de aprendizagem como um processo permanente e contínuo. Através da educação de qualidade, os jovens podem contribuir para o desenvolvimento social e econômico do país.
Com a proposta de levar conhecimento do ensino fundamental básico a jovens e adultos, a série exibe histórias que abordam de temas como sexualidade, trabalho, racismo, educação e meio ambiente, propondo melhoria na qualidade de vida e transformação da sociedade. Tudo através do Tecendo o Saber, é discutido de forma simples, mostrando que é possível cada um constribuir para um mundo melhor.
O núcleo de protagonistas é composto pelo emigrante nordestino Celestino, pela diarista Socorro e sua filha Bruna, pelo primo de Socorro, o também emigrante Francisco, pelo eterno desempregado Januário e por sua mulher, a gari Valdete. Narrado por Bruno Garcia, o programa contou com a participação especial de diversos atores como Camila Pitanga, Giulia Gam, Letícia Sabatella, Marília Gabriela, Max Fercondini, Sérgio Loroza e Suely Franco entre outros.
São 64 episódios, que estou asisitindo pela segunda vez. Além da Rede Globo, também é exibido pela TV Cultura e pelo Canal Futura. E deveria ser veiculado num horário mais acessível à crianças. De forma fácil, a minha filha entende a mensgem que o programa passa. E bem melhor que outros programas veiculados em horário que as crianças tem acesso, onde a sexualidade é muito aflorada e a maldade exacerbada também. Não que o mundo tenha que ser um conto de fadas, mas não creio que se deva exagerar em determinados temas.
O Tecendo o Saber é uma iniciativa da Fundação Roberto Marinho em parceria com a Fundação Vale e com o Ministério da Educação, parceiro na implementação do projeto, que estreiou em 2006.
sábado, 11 de abril de 2009
Transporte escolar precisa ser seguro
Esta semana estava levando a minha filha para o colégio quando nos deparamos com um pequeno engarrafamento - normal do horário - na rótula da avenidas Hermes Fontes com Sílvio Teixeira. Olhando o movimento ao redor, vi motoristas mais apressados passarem no sinal vermelho, assim que o mesmo saiu do amarelo. Para mim uma imprudência e maior ainda quando se trata de transporte escolar.
Isso mesmo. No meio da pequena confusão, um veículo escolar - se não me engano um Fiat Doblô - passou apressado no sinal vermelho. Uma atitude irresponsável do motorista, uma pessoa a qual pais e mães confiam seus filhos, para levar e buscar na escola.
Mesmo que estivesse com pressa e atrasado, seria mais prudente manter a calma e respeitar os sinais, afinal, nunca se sabe quando vai acontecer algum tipo de acidente...E se o motorista que vinha não mão aberta com raiva, avançase sobre o transporte escolar? Se acontecesse alguma coisa, como ficaria? No mínimo, algumas crianças assustadas, para não pensar em algo mais drástico.
Talvez muitos achem que estou sendo fazendo alarde demais por uma bobagem, mas não gostaria que minha filha fosse transportada num veículo onde o motorista anda avançando sinal. A SMTT tem que ser é mesmo rigorosa com esses condutores.
Isso mesmo. No meio da pequena confusão, um veículo escolar - se não me engano um Fiat Doblô - passou apressado no sinal vermelho. Uma atitude irresponsável do motorista, uma pessoa a qual pais e mães confiam seus filhos, para levar e buscar na escola.
Mesmo que estivesse com pressa e atrasado, seria mais prudente manter a calma e respeitar os sinais, afinal, nunca se sabe quando vai acontecer algum tipo de acidente...E se o motorista que vinha não mão aberta com raiva, avançase sobre o transporte escolar? Se acontecesse alguma coisa, como ficaria? No mínimo, algumas crianças assustadas, para não pensar em algo mais drástico.
Talvez muitos achem que estou sendo fazendo alarde demais por uma bobagem, mas não gostaria que minha filha fosse transportada num veículo onde o motorista anda avançando sinal. A SMTT tem que ser é mesmo rigorosa com esses condutores.
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Sergipano guardião dos rios
Participo do Aracaju de Tó tó tó desde a sua primeira edição e acredito que está mais do que na hora de valorizar a ação de quem organiza o evento. Para quem vai para lá apenas aproveitar o passeio, não sabe o trabalho que dá organizá-lo. São meses de dedicação para que tudo corra bem durante algumas horas.
Osmário Santos, organizador do evento, corre e muito para que tudo saia bem e no final as pessoas vão lá para passear. Mas será que lembram qual a verdadeira intenção da barqueata? O que fazem para preservar o manacial do rio Sergipe e seus afluentes? Recordo-me que em edições anteriores, achei o rio Poxim cheio de lixo - garrafas plásticas, sacos plásticos, latas de cervejas e refrigerantes, pneus e outros - sem fala nos esgotos, ligados diretamente ao rio.
Nesta última edição, achei que o lixo reduziu bastante, mas os esgotos continuam lá, sufocando uma das mais belas paisagens do nosso Aracaju, com o mangue e bancos de areia, onde garças se destacam com sua plumas brancas. Dentro das tó tó tós, muita festa, comida, bebida e confraternização entre os presentes, e uma preocupação que tem que ser de todos: acondicionar o lixo produzidos em sacos plásticos para dar o devido destino depois, afinal o passeio é em para lembrar a necessidade de preservar os rios.
Aqui volto a Osmário Santos, um sergipano que abraçou esta causa, que nem sempre recebe o devido reconhecimento, por ser daqui. E nós sergipanos precisamos parar com essa mania de o que vem de fora é que é bom. Às vezes chegam empresas e/ou pessoas de outros Estados aqui e cobram horrores para desenvolver qualquer coisa, mas é de fora, aí consegue tudo, sem pensar que aqui tem pessoas capazes, como Osmário.
Sem falar que a Aracaju de Tó tó tó, na minha concepção, é uma ação de cidadania e de valorização da cidade e do Estado. Quando estou passeando por aquele rio, sinto-me orgulhosa de ser sergipana e morar nesta terra. Espero compartilhar este sentimento com outras pessoas.
Osmário Santos, organizador do evento, corre e muito para que tudo saia bem e no final as pessoas vão lá para passear. Mas será que lembram qual a verdadeira intenção da barqueata? O que fazem para preservar o manacial do rio Sergipe e seus afluentes? Recordo-me que em edições anteriores, achei o rio Poxim cheio de lixo - garrafas plásticas, sacos plásticos, latas de cervejas e refrigerantes, pneus e outros - sem fala nos esgotos, ligados diretamente ao rio.
Nesta última edição, achei que o lixo reduziu bastante, mas os esgotos continuam lá, sufocando uma das mais belas paisagens do nosso Aracaju, com o mangue e bancos de areia, onde garças se destacam com sua plumas brancas. Dentro das tó tó tós, muita festa, comida, bebida e confraternização entre os presentes, e uma preocupação que tem que ser de todos: acondicionar o lixo produzidos em sacos plásticos para dar o devido destino depois, afinal o passeio é em para lembrar a necessidade de preservar os rios.
Aqui volto a Osmário Santos, um sergipano que abraçou esta causa, que nem sempre recebe o devido reconhecimento, por ser daqui. E nós sergipanos precisamos parar com essa mania de o que vem de fora é que é bom. Às vezes chegam empresas e/ou pessoas de outros Estados aqui e cobram horrores para desenvolver qualquer coisa, mas é de fora, aí consegue tudo, sem pensar que aqui tem pessoas capazes, como Osmário.
Sem falar que a Aracaju de Tó tó tó, na minha concepção, é uma ação de cidadania e de valorização da cidade e do Estado. Quando estou passeando por aquele rio, sinto-me orgulhosa de ser sergipana e morar nesta terra. Espero compartilhar este sentimento com outras pessoas.
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