segunda-feira, 3 de maio de 2010

Restaurante tem que ter boa comida e bom atendimento

Estive no último final de semana no Restaurante Trevo. Fomos com minha mãe, em comemoração aos seus 66 anos. Lugar agradável, atendimento bom e comida excelente. Realmente, em termo de churrascaria, não tem igual.

Bem diferente do Muratto, que virou a sensação do momento em Aracaju. O restaurante realmente é lindo, mas a fama está maior do que a qualidade do serviço que oferece. E digo isso porque presenciei pessoalmente algumas falhas do local.

Como costumamos fazer vez em quando, fomos com um grupo de amigos ao Muratto, que, para não correr o risco de chegar lá e ficar esperando, é melhor reservar uma mesa antes. E olhe que eles só guardam a reserva até as 20h30....

Desta vez juntou-se a nós um casal de amigos de Brasília. Pedimos a primeira garrafa de vinho e até aí tudo bem. Na segunda, o garçom quebrou a rolha quando tentava abrir a garrafa. Veio então o maítre para tentar retirar o restante da rolha, mas infelizmente não conseguiu. Absurdamente sugeriu empurrar a rolha para que bebêssemos o vinho com ela dentro. A primeira falha...

A segunda é que não tinha na casa, outra garrafa do mesmo vinho. Tivemos que pedir outro...
A noite seguiu, pedimos os pratos e veio então mais uma falha: o bacalhau, pedido pelo colega de Brasília, estava impraticável de ser consumido de tão salgado que estava. Foi devolvido e pedido então outro prato.

Já chateado por ter que comer após todo mundo, o colega esperou pacientemente pelo salmão que pediu. Chegou o referido prato e qual não foi a surpresa dele ao partir o peixe e perceber que o mesmo estava cru por dentro. Mais uma vez o prato foi devolvido e ele desistiu de tentar um terceiro. Lá se vão quatro falhas sucessivas, numa só mesa...

Qual não foi a nossa surpresa, o maítre veio à nossa mesa e perguntou se ele queria que passasse mais o peixe, pois não poderia cancelar mais um prato, senão teria que pagar do próprio bolso. Se querer criar maiores problemas, o colega disse que podia cobrar o prato, mas que não precisava trazê-lo mais... E o Muratto cobrou...

Um restaurante "chique", que exige reserva e ainda impõe horário, mas que não treina a sua equipe para valorizar o principal....o cliente. Estes amigos de Brasília são médicos, constumam indicar bons restaurantes aos colegas e sempre vêm a Aracaju, onde voltam aos locais onde comeram boa comida e tiveram bom atendimento...Mas no Muratto, com certeza, eles não voltam mais.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Os filhos querem e exigem atenção


Recentemente participei da Escola de Pais, palestra promovida pela escola onde minha filha estuda e o Sistema Maxi de Ensino. As palestras são sempre fantásticas, do tipo que a gente e presta atenção e escuta do começo ao fim. E ajudam muito os pais na educação dos filhos.


O palestrante deste último encontro foi o pedagogo Rodrigo Antunes da Silva, que falou sobre "Família do Futuro: Resgatando Valores". E uma das muitas observações que ele fez é que criança precisa de atenção e de limites.


Uma das mães presentes, em prantos, falou que estava com problemas com um dos quatro filhos, um pré-adolescente de 12 anos. O garoto anda rebelde e ela, o pai e os irmãos não sabiam mais o que fazer. Uma das orientações passadas é que o rapazinho deveria estar passando por algum problema, não sabia como pedir ajudar e aí estava querendo chamar atenção.


Passei um tempo pensando nisso e essa observação me fez reforçar ainda mais uma atitude que sempre tenho com minha filha Rafaela, hoje prestes a completar 7 anos. Trabalho muito e consequentemente passo muito tempo longo dela, mas quando estou ao seu lado, dedico o tempo para fazer coisas que ela quer, até mesmo assistir o programa de TV que ela gosta. Ainda ligo para ela sempre que posso, para dizer que a amo e que estou com saudades.


Também sempre pergunto como foi o dia na escola, na banca, quais as novidades que ela tem para me contar. Olho sempre a agenda escolar e a pasta dela. Às vezes, a historinha da briga com um coleguinha ou de uma brincadeira nova que esperimentou sejam bobas para nós, adultos, mas é importante para ela. Então, sempre procuro ter paciência para ouvi-la. E acabo dando boas gargalhadas com as histórias...


Espero que, agindo desta forma, possa manter o vínculo de amizade e de companheirismo que já tenho hoje com a minha filha. Não quero tomar o lugar das coleguinhas, mas apenas que ela se habitue a partilhar as coisas comigo e sinta que estarei presente, ao lado dela, quando precisar. E essa minha labuta está só no começo.


Hoje a gente vê tantas coisas acontecerem com a juventude que dá medo criar filho. Mas já que decidi ser mãe, tenho a obrigação de cuidar dela até que se torne autosuficiente. E sou de acordo com a pedagogia afetiva, afinal, carinho não faz mal a ninguém. Assim como dizem que uma criança que é abusada por um pedófilo tende a agir da mesma forma ao crescer, espero que dando carinho, minha filha, que já é muito carinhosa, continue assim quando for adulta.


segunda-feira, 19 de abril de 2010

Invasões se alastram na periferia

No último final de semana fui ao conjunto Marcos Freire pela ponte que liga o bairro Coqueiral, em Aracaju, ao conjunto, já em Nossa Senhora do Socorro. Alí do lado direito de quem vai sentido Marcos Freire, a invasão de barracos já estão na cabeceira da ponte.

Todas as vezes que vou para lá, vejo que novos barracos foram erguidos e nada é feito pelas autoridades para conter o crescimento. Falta fiscalização por parte dos órgãos competentes. Depois, os problemas surgem e se agravam.

São barracos erguidos em meio ao mangue, sem qualquer infraestrutura e depois quem está lá, quando chegam os problemas, principalmente no período de chuvas, começa a cobrar uma ação dos governantes....Aqui fica só o registro.

Neste mesmo dia, voltei pela outra ponte,salina que sai no conjunto João Alves Filho. O que me chama atenção sempre que passo é a questão da Salina São Marcos, cujos moradores ganharam a posse da terra e tem projeto aprovado, inclusive com verba federal, para ali se erguido casas para aquelas famílias.

Não sei bem precisar o tempo, mas essa situação se arrasta há mais de dois anos...Lúcia Falcon ainda fazia parte do secretariado municipal...

Enquanto as casas não surgem, os barracos se proliferam por ali também, sem qualquer estrutura e num local que é tomado pela água, toda vez que a maré está cheia... Até mesmo um campinho de futebol que tem ali, já está na iminência de ser invadido.

Ambas as situações podem ser vistas por qualquer pessoa que passe pelos dois locais, mas parece que os órgãos públicos estão, assim com a estátua que simboliza a Justiça, com venda nos olhos...

sexta-feira, 5 de março de 2010

Câmara Municipal de Aracaju existe desde a fundação da atual capital sergipana


A Câmara Municipal de Aracaju (CMA) foi constituída em março de 1855, poucos dias após a fundação de Aracaju, ocorrida em 17 de março daquele ano. No dia 30 do mesmo mês, o Poder Legislativo Municipal da nova capital de Sergipe já estava funcionando regularmente.

Formada inicialmente por oito vereadores, que exerceram o mandato nos anos de 1855 e 1856, a Câmara Municipal de Aracaju teve como primeiro presidente Tobias de Mendonça Galvão e primeiro secretário o Padre Agostinho Ruiz Braga.
Além deles, constituíam o Poder Legislativo de Aracaju no referido biênio os vereadores Dionízio José Ferreira Mello, João José Alves dos Santos, João Luiz da Silva, Joaquim Marques Pereira, Manoel Ferreira dos Santos, Pedro Francisco Luduvice.

Os dados foram pesquisados pelo professor e historiador Jorge Carvalho.

Foto: Sílvio Rocha / AAN

segunda-feira, 1 de março de 2010

Peregrinação por caixas eletrônicos

Outro dia, passei no banco antes de ir para o trabalho, para efetuar o pagamento de algumas contas e fazer saque. Qual não foi a minha surpresa ao constatar que, na maioria das agências do Banese, os cashes só funcionam a partir das 8h.

Passei pela primeira agência, a localizada na avenida Augusto Maynard, estava fechada. Fui para outra na avenida Barão de Maruim...a mesma situação. Andei mais um pouco, até o Centro e a agência do calçadão também estava fechada. Por fim, fui até a agência central, onde a área dos caixas eletrônicos, ufa, estava aberta.

Nessa brincadeirinha, entre parar o carro, descer, verificar se os cashes estavam ou não abertos, voltar para o carro, ir pra outra agência etc, etc, etc, foi-se embora uma hora do meu dia...

Dá para acreditar que algo assim acontece em plena era tecnológica. Tudo bem, que pagamento até a gente faz de casa ou de qualquer outro lugar, via internet, mas saque...só no cash ou enfrentando fila no banco...

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Estacionamento rotativo tem que ser decente

Sou a favor da rotatividade de estacionamento, mas feito de forma decente. Tem dias que as máquinas de um mesmo trecho estão quebradas.

Aí o motorista tem que andar até o outro trecho para achar uma máquina boa. Pense o transtorno.
Agora mesmo, a máquina que ficava na esquina da rua Itabaianinha com a Praça Olímpio Campos foi retirada, bem como a que ficava na mesma rua, no trecho entre a praça e a rua de Maruim. Ou seja, para conseguir o tiquete, só indo até a outra quadra.

Samarone disse que é errado o trabalhador chegar no bairro São José, estacionar o carro em via pública todo o dia enquanto trabalha, sem pagar por isso. Aí eu pergunto: e vai colocar aonde? Nem todo mundo tem condições de pagar R$ 8 de estacionamento por dia. Além do mais, a gente já não paga impostos???

O transporte público ainda não ofereço qualidade suficiente para que, quem tem carro, deixe-o em casa.

Já deveriam ter pensado em construir um edifício garagem em Aracaju, no Centro e no São José.

Eu sou à favor do estacionamento rotativo, mas é preciso pensar numa solução para quem trabalha em local que não oferece estacionamento.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Saguis invadem casas no Augusto Franco

O desmatamento na Toca da Raposa para a construção da ponte ligando os conjuntos Augusto Franco e Inácio Barbosa fez saguis invadir as casas. A minha mãe que o diga.

Sem árvores e alimentos, eles estão procurando comida nas residências do Augusto Franco...Os saguis visitaram a casa de mami...é só deixar uma fruta dando sopa na área do quintal que lá vêm eles...

O Ibama tem que fazer alguma coisa, afinal são animais silvestres que perderam a moradia....