quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Aproximação de estudantes e Legislativo Municipal


Dando continuidade ao Projeto Escola, os alunos do Colégio Atheneu Sergipense estiveram na manhã desta quarta-feira, 12/8, na Câmara Municipal de Aracaju(CMA). O projeto visa proporcionar aos estudantes uma vivência sobre Casa Legislativa Municipal.
No gabinete presidencial, Emmanuel Nascimento (PT) falou que esse encontro tem o objetivo de aproximar os estudantes, sejam eles de escola municipal, estadual ou particular, do Poder Legislativo Municipal. O parlamentar disse aos alunos que eles podem convidar os vereadores para audiências públicas na própria escola ou até mesmo aproveitar o espaço da Tribuna Livre para fazer suas reivindicações.
A professora de Sociologia Josevânia Nunes Rabelo agradeceu essa aproximação e destacou a importância de pessoas jovens como os seus alunos conhecerem quem são os representantes da população.
O aluno Wendel Alves, do 2° ano, aproveitou para solicitar o apoio dos vereadores junto ao Setransp, com relação a carga máxima de passe escolar e também da dificuldade de recarga, já que os alunos estudam em tempo integral e o ponto de recarga fecha cedo. Pediu também que se possível abrisse um ponto de recarga dentro do Colégio Atheneu. "A visita valeu a pena, pois pude participar ativamente e fazer as minhas reivindicações", concluiu Wendel.
Além de Emmanuel Nascimento, esteve presente o vereador Robson Viana (PT) para dar as boas vindas aos alunos.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

A polêmica regulamentação da profissão de mototaxista

A regulamentação da profissão de mototaxista nos Estados e Municípios deve ser discutida até a exaustão. A lei, sancionada pelo presidente Lula, pode ser um verdadeiro tiro no pé da União, uma vez que é crescente o número de acidentes envolvendo motos. Em consequência, o número de mortes em acidentes de trânsito envolvendo motos também cresce, quando não, avoluma ainda mais a legião de mutilados e inválidos.
E é nisso que a sanção da lei pode acarretar em mais custos para o Governo Federal, já que nas mortes registradas no trânsito, a família da vítima tem direito a receber o DPVAT. Quando não há mortes, há situações em que o motoqueiro e o carona pode sair mutilado e acaba sendo encostado pela Previdência Social por invalidez e mais uma vez acarreta em custo para a União (e irá pesar, com certeza, no bolso da população em geral, já sufocada por impostos).
A situação dos mototaxistas voltou à discussão na Câmara Municipal de Aracaju.
A sessão especial, sugerida pelo vereador Fábio Mitidieri (PDT), terá como convidado o presidente do Sindicato dos Trabalhadores com Moto do Estado de Sergipe, Guimarães Monteiro Neto. Esta é apenas uma das muitas discussões a serem travadas sobre o tema no Legislativo Municipal. Mas o assunto precisa envolver médico, técnicos em trânsito e a sociedade civil organizada para que no final, vença o consenso, valorizando, antes de tudo a vida.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Contrato de gestão da Fundação Estadual de Saúde

O secretário de Estado da Saúde de Sergipe, Rogério Carvalho, assina o contrato de gestão da Fundação Estadual de Saúde (Funesa) no auditório da Secretaria de Estado da Saúde (SES), às 8 horas desta segunda-feira, 10 de agosto.

A Fundação Estadual de Saúde (Funesa) tem por finalidade prestar serviços de saúde de atenção básica, de promoção, prevenção e proteção da saúde coletiva e individual, de formação profissional e educação permanente na área de saúde pública, devendo manter a Escola Técnica de Saúde do SUS em Sergipe (ETSUS/SE).

Contrato de gestão da Fundação Estadual de Saúde

O secretário de Estado da Saúde de Sergipe, Rogério Carvalho, assina o contrato de gestão da Fundação Estadual de Saúde (Funesa) no auditório da Secretaria de Estado da Saúde (SES), às 8 horas desta segunda-feira, 10 de agosto.
A Fundação Estadual de Saúde (Funesa) tem por finalidade prestar serviços de saúde de atenção básica, de promoção, prevenção e proteção da saúde coletiva e individual, de formação profissional e educação permanente na área de saúde pública, devendo manter a Escola Técnica de Saúde do SUS em Sergipe (ETSUS/SE).

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Crianças precisam de cuidados...e de pediatras


O anúncio de que os pediatras que atuam no Estado pretendem boicotar os planos de saúde já a partir do dia 10 deste mês, me deixa um tanto quanto preocupada. A categoria deve sim buscar suas melhorias, mas não em detrimento do sofrimento dos usuários e neste caso crianças, desde recém-nascidas até a idade da pré-adolescência. Boa parte desse público não sabe nem mesmo dizer direito o que está sentindo.
Digo isso não como pesquisadora, cientista ou outra profissão qualquer que tenha mais convivência e domínio sobre o assunto, mas como mãe. Procuro cuidar bem da minha filha, que hoje tem seis anos, ensinar noções de higiene pessoal e assim ajudá-la a evitar algumas doenças. Mas sou leiga....às vezes ela reclama que a cabeça está doendo e não sei como diagnosticar o que realmente ela está sentindo. E isso também não me cabe, afinal não sou médica.
Para ser médico é preciso, antes de tudo, ter um dom - na minha opinião dado por Deus -, mas me questiono se hoje a Medicina não virou muito mais um negócio lucrativo do que mesmo o médico ter o dom e o prazer de cuidar para que os pacientes não adoençam e curar os enfermos. De pesquisar para saber como curar os males que surgem e assim salvar vidas.
Conheço e convivo com médicos cuja atuação profissional tem a minha admiração, pela garra e coragem (não é fácil você lidar diariamente com a morte, numa verdadeira quebra de braço). A dedicação de alguns, não só à profissão como à luta em defesa da categoria, exige abnegação e compreensão da família. Veja o caso dos obstetras, que a qualquer hora pode ser chamados para fazer um parto e colocar mais uma criança no mundo.´
E é justamente por este ser que precisa mais de atenção e cuidado, que torço que haja um acordo entre planos e pediatras. Vamos aguardar o desenrolar das negociações, com pensamento positivo para que não se chegue ao extremo.

Maior participação feminina no parlamento

A pequena reforma eleitoral aprovada pleo Congresso Nacional, não agradou a vereadora de Aracaju Rosangela Santana (PT). Ao usar a tribuna da Câmara Municipal de Aracaju na manhã de quinta-feira, 6/8, a parlamentar defendeu que seja feita uma ampla mobilização no sentido de garantir a cota de 30% da presença feminina nos assentos dos parlamentos, a lista fechada e o financiamento de campanha.

Segundo a parlamentar, no Brasil, é preciso buscar entender o que é o processo de inclusão que contemple todas as etnias, como, por exemplo, as mulheres negras e o segmento indígena.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Tratamento hospitalar para crianças e adolescentes dependentes de drogas

O número de crianças e adolescentes carentes viciados em drogas, especialmente o crack, vem aumentando assustadoramente no Estado de Sergipe. Embora essa situação venha se agravado, o Estado não observa a Constituição Federal e o ECA, deixando de fornecer tratamento adequado aos portadores de doenças mentais e aos dependentes de substancias toxicológicas.

Os efeitos colaterais deste descaso são sentidos por toda a sociedade sergipana que sofre também com os atos contra o patrimônio. “Conforme estudo realizado pelos núcleos técnicos da 16ª e 17ª Vara Cíveis da Comarca de Aracaju/ SE, por conta do vício e de dívidas com os traficantes há o aumento de furtos e roubos praticadas pelos dependentes”, relata a defensora pública, Isabelle Silva Peixoto.

Visando diminuir tais estatísticas e garantir, acima de tudo, os direitos das crianças e adolescentes, a Defensoria Pública do Estado de Sergipe, através do Núcleo da Infância e Juventude, composto pelos defensores públicos Luciano Mello, Rachel Scandian, Isabelle Peixoto e Maria do Socorro, entrou com uma Ação Civil Pública em face do Estado de Sergipe no dia 03 de agosto último.

Segundo Isabelle Peixoto, o objetivo é que sejam implementadas políticas públicas para o tratamento dessas pessoas em desenvolvimento, mediante regime de internação hospitalar. “Eis que os CAPS, sistema de atendimento mantido pelos municípios, por dispor apenas de tratamento ambulatorial, não está surtindo os efeitos concretos desejados, consoantes laudos que instruem a Ação Civil Pública”, explica.